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Governo de Serra Alta faz projeção otimista para a próxima gestão

2019 foi classificado como o melhor ano da atual gestão

13 de Janeiro
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O ano de 2019 gerou otimismo em Serra Alta. Após investir R$ 1,5 milhão durante todo o ano, com recursos próprios da administração, o Prefeito Darci Cerizolli afirma que não ficarão dívidas para os futuros governos que comandarem o município.

Com uma receita bruta de R$ 20.274.180,00 – sendo deste valor, R$ 2 milhões recebidos através de emendas e convênios, Serra Alta conseguiu atingir um baixo custo com a folha de pagamento dos 150 funcionários. O município gasta 41,51% do orçamento com o departamento pessoal, abaixo do limite de 54%. O Prefeito Darci avaliou 2019 como o melhor ano desta atual gestão. “Buscamos enxugar a máquina pública e gerir o dinheiro da população. Graças ao esforço de todos os colaboradores, agora conseguimos comemorar um ótimo ano para Serra Alta”, enalteceu.

Um fato destacado pelo gestor, é a auto sustentabilidade que o município vem apresentando. 12% da receita gerada é própria do município. “Temos a obrigação de cobrar alguns impostos. Mas além destes obrigatórios, utilizamos uma estratégia de gestão, optando pela aplicação financeira das contas bancárias do município e assim conseguimos arrecadar só neste último ano um valor de R$196.988,00, por isso temos sido destaque em todo o Brasil, ficando na 32ª posição entre as melhores gestões”, explicou.

Entre as despesas do município, 9% foram aplicados em investimentos em obras e equipamentos. “Estes números são possíveis, por conta da economia realizada. Vamos conseguir encerrar a gestão com dinheiro em caixa e sem dívidas”, garantiu. Darci aproveitar para destacar a importância em manter um bom relacionamento também com parlamentares estaduais e federais. “Por isso que sempre enfatizo também a importância de termos contatos e bom relacionamento com os nossos representantes. Assim conseguimos mais esse valor para investir em obras e equipamentos para Serra Alta”, explicou.

Receita

Do total da receita, 36% são provenientes do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O Fundo é uma transferência constitucional (CF, Art. 159, I, b), da União para os Estados e o Distrito Federal, composto de 22,5% da arrecadação do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A distribuição dos recursos aos Municípios é feita de acordo com o número de habitantes, onde são fixadas faixas populacionais, cabendo a cada uma delas um coeficiente individual.

Ainda, 28% foi proveniente do ICMS, que é repassado pelo Estado de acordo com movimento econômico do comércio, indústria e agricultura. “Dos 28% repassados, cerca de 20% são oriundos da nossa agricultura. Nosso município tem o setor agrícola muito forte”, ressalta o prefeito.

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